Junto com o Scratch! Nas Ruas Beco41 posta hoje o dia que o Criolo Doido se apresentou em Curitiba
Foi foda hein!
Foi foda hein!
Desde 1987 o dia 31 de maio é marcado como o dia mundial sem tabaco. Neste ano o grande foco é a mulher, com o slogan "Mulher, Você Merece Algo Melhor que o Cigarro", a Secretaria Estadual de Saúde recebeu do Instituto Nacional do Câncer (Inca) 9 mil cartazes e 40 mil folders da campanha para serem distribuídos nos municípios.
De acordo com dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde, com base em pesquisas do Ministério da Saúde e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 38,6% dos estudantes de 13 a 15 anos que afirmaram já ter experimentado tabaco, 39% eram meninas. Segundo os números, 11% declararam fazer uso contínuo do produto. Mas, de acordo com o Programa Municipal de Combate ao Tabagismo, o número de fumantes entre as adolescentes do sexo feminino é menor do que em 2003, quando foi feita a pesquisa anterior nas escolas sobre o assunto. À época, a taxa de experimentação era de 43,3%, e a de uso contínuo, de 17%.
Em Curitiba começou hoje às 6h30 uma blitz educativa em quatro terminais de ônibus: Fazendinha, CIC, Cabral e Boqueirão. A Lei Antifumo, que proíbe o consumo de tabaco em ambientes fechados no Paraná completou seis meses no último sábado (29).
A Secretaria Estadual de Saúde ainda não tem um levantamento da quantidade das pessoas que deixaram de fumar ou reduziram o consumo diário por causa da nova lei, mas diz que a procura por tratamento nas unidades de saúde de rede pública teve um aumento de 50%.
A lei que causou um pouco de polêmica no começo teve uma boa aceitação por parte dos curitibanos. Claro nem tudo foram mil maravilhas principalmente para os DJs que tocam em casas noturnas. “De repente você vê a pista vazia e acha que ta mandando mal, quando na verdade as pessoas apenas saíram para fumar” diz o selectta KBC.
Acostumado a fazer a pista pegar fogo quando faz sua seleção de ragga o selectta teve q se acostumar com a Lei AntiFumo nas festas. “Foi difícil no começo se acostumar com isso. Porque você tem um set, uma linha a seguir e de repente bem na hora que você vai colocar as músicas mais animadas o pessoal sai para fumar. Isso quebra as pernas de muito DJ na noite” explica KBC.
Por outro lado para o público que não consome tabaco, a lei foi muito positiva, como o caso da organizadora de eventos Priscila Gomes. “Pra mim é muito bom, além de não ser obrigada a respirar a fumaça do tabaco quando chego em casa nem meu cabelo e nem minha roupa estão fedendo tanto tabaco”.
Opiniões divididas em torno do assunto a lei gera muitas discussões entre as pessoas especialmente quando se fala em direitos de cada um. Para a estudante de psicologia Nadia Silvera, é importante que a população se conscientize dos malefícios do cigarro. “Todo mundo tem o direito de fazer o que quiser com sua vida, mas prejudicar os outros é falta de respeito até consigo mesmo. Eu sou fumante acho justa a lei, só acho q falta um pouco de preparação nas casas noturnas para se adequarem a essa lei”.
Se quiser saber mais sobre a Lei Antifumo no Paraná acesse os sites do governo
Se quiser saber mais sobre a Lei Antifumo no Paraná acesse os sites do governo

Mais do que uma simples festa o Hip-Hop FAIADO foi um movimento que revolucionou o cenário do rap alternativo em Curitiba. Numa época em que o Hip-Hop ganhava espaço na grande mídia com sucesso das músicas de Marcelo D2 e do polêmico projeto Falcão do MV Bill, muitas casas de show em Curitiba só queriam saber de dar espaço para os DJs e para os mc’s de fora da cidade. Adotando o conceito “Bling” as casa simplesmente esqueceram quem fazia o rap local desvalorizando por completo um movimento cultural.
Pensando nisso, Quadrado, o idealizador do HipHop Faiado, resolveu resgatar sua veia punk e fez dentro de um bar sujo nas proximidades do Largo da Ordem um espaço voltado para os mc’s locais se apresentarem. A festa que começou numa quinta feira, com o tempo foi ganhando espaço e adeptos passando a ser realizada aos sábados também. O evento foi escola para muitos mc’s que estão em ascensão hoje em Curitiba.
Ali se apresentarem antigos grupos entre eles Audiocratas, Agamenon, Astronautas, Caxa de som e Oculto. Grupos que serviram de base para mc’s como Nel Sentimentum, Nairóbi, Cadélis, Karol Conká, Bigue, Cilho, 14 Beats, São Nunca e Mentekpta, fora os diversos mcs que sempre mantiveram carreira solo como Nathy MC, Hurakan, Cabes, Murf, Adlajah entre outros. Vale lembrar que foi nessa festa que alguns DJs que estão atuando hoje na cena começaram a discotecar como o caso de DJ Mongelos e DJ Peen.
Este ensaio fotográfico não é só um resgate histórico, mas uma homenagem a um movimento que reivindicou o espaço para os mc’s locais e valorização do rap curitibano.
Skate sempre presente no rap curtibanoEm meados de 2004, o B.Boy Jotabê iniciou uma oficina de Breaking no bairro Capão Raso, Zona Sul da cidade de Curitiba-PR. Foram três meses de aulas teóricas e práticas, após o término das aulas os alunos pararam de dançar.
No começo 2005, os alunos se encontraram e decidiram dar início a um grupo de breaking com os próprios esforços. Surge então a South Brothers Crew (SBC).Com o grupo formado (Baqueta, Ayron, Tuchê, Clinc e Dindinho ), A South Brothers crew começou a participar de alguns campeonatos na cidade de Curitiba. Mesmo com pouca experiência, eles conseguiram ótimos resultados, chegando a ser indicado como Grupo Revelação dentro do Prêmio 5 Elementos, realizado pela ONG Ouar e o grupo de rap Consciência Suburbana.
Em 2006, o grupo ganha mais adeptos (Jotabê, Luizinho, Paulista, Marken e André) e comemoram seu 1º aniversário em grande estilo. “A idéia era de não realizar um campeonato, mas sim uma festa de confraternização, a presença de Zulu King Nino Brown deu uma prestígio maior a festa que teve um público aproximado de 350 pessoas” explica Baqueta.
Neste mesmo ano eles promoveram a Batalha Brasileira Individual, evento que teve o maior alcance nacional e maior prêmio realizado no estado do Paraná. Em 2007 a equipe conseguiu seu lugar ao Sol dentro da cena do Breaking, alguns integrantes receberam convite para serem jurados de eventos em várias cidades do Brasil, sendo que os maiores foram o Battle Brazil (Eliminatória para o Battle of the Year na Alemanha, realizado na cidade de Campinas-SP) e o Master Crews (Maior campeonato da América Latina, realizado na cidade de São Paulo-SP), e ministrando oficinas de Footwork nas cidades de Cascavel (PR) e Garopaba (SC).
No ano de 2008 a equipe recebeu 2 novos membros, (Guiner e Rodrigo) e abriram–se algumas portas, conseguindo estar entre as 8 equipes convidadas para o Circle Princz Suldamerica e para o Seven 2 Smoke International e do Master Crews.
Em 2009 com o intuito de resgatar a essência do break realizaram um evento no mesmo formato que acontecia nos bairros do Bronx (NY) em 1975. “Fizemos uma Jam ao ar livre com DJ's, Batalhas de MC's, Graffiti ao vivo e o principal as rodas de Breaking.Com o intuito de fugir do mundo onde campeonatos estão fazendo B.Boys deixarem de lado a essência da dança, viemos mostrar que a RUA é a nossa essência e que não devemos nunca deixá-la de lado” complementa Baqueta.
Outro ponto marcante foi a criação do single "South Brothers Crew - Bom Trabalho" (Part. DJ Jeff Bass, Prod. Hurakan LAB01, Capa: Cimples), um rap de raiz com ritmo dançante onde a letra faz uma referência aos b.boys e os ideais da equipe.
No começo de 2010 realizaram performances em shows de rap como o lançamento do CD do MC Cabes (Curitiba) e MC Kamau (São Paulo) e ganharam um novo membro, B.boy Rapha. Para comemorar os 5 anos de estrada eles criaram a "Mixtape South Brothers Five Years" e realizaram um evento no dia do trabalho, denominado "Dia do Bom Trabalho"(fazendo menção a música South Brothers - Bom Trabalho).
Atualmente a equipe é formada por 9 membros: Baqueta, Ayron, Marken, André, Jeff, Everson, Paulista, Rodrigo e Rapha
Se quiser saber mais sobre a South Brothers Crew entre no site deles
O grupo 14Beats, residente da Zoema no Fazendinha, está trabalhando em seu primeiro CD oficial, o “Verdade dói”. Em uma entrevista exclusiva ao portal do Beco41, eles falaram sobre as novidades, a preparação para esse novo trabalho, internet e uma visão particular sobre o rap em Curitiba.
Beco41: O que vai ter no cd novo de vocês? Novidades misturadas com coisas já conhecidas, ou só coisas novas?
14Beats: Vai ter um pouco de coisa que agente já gravou, misturado com novidades. Nós estivemos escrevendo coisas novas que queremos lançar nesse CD, chamado “Verdade dói”. Vai ser totalmente 14beats.
Beco41: O cd foi gravado onde? Quais foram as dificuldades? Demorou quanto tempo? Por quê?
14Beats: O CD ainda está em faze de finalização, faltando três musicas para terminar.Estamos gravando na SNAREKICK, o Meio kilo que está por trás da parada, ele está dando uma grande força pra gente e logo mais estará nas ruas.
Beco41: Vocês acham que com a internet a venda do cd vai ser dificultada ou facilitará para vender em outros lugares?
14Beats: Achamos que a ferramenta da internet é muito importante pro som chegar a lugares aonde não chegaria. Se souber como usar, se torna o melhor caminho pra quem está começando, já que precisa que seu nome ou sua música chegue até as pessoas. A Internet faz parte do rap.
Beco41: Quais são as ideias que vocês querem passar através desse cd?
14Beats: Nossa vida: o que agente pensa, o que agente vive e o que somos. Um pouco de tudo, como é nossa correria. Nós tentamos levar isso com um pouco de humor, isso é 14beats.
Beco41: O que vocês tão achando da cena de Curitiba atualmente? Tem crescido, tem atingido qual público e quais são suas expectativas perante a isso?
14Beats: Nós achamos que o PÚBLICO CURITIBANO ainda não é fiel aos mc’s de Curitiba. Sim está crescendo e ficando cada vez mais forte, porém achamos que o valor dado pra quem faz o rap em Curitiba é fraco. Vemos festas lotadas pelo simples fato de ter atração de fora, mas isso ainda mudará, o rap está forte em todo canto e sempre surgem coisas novas.
Beco41: Qual a importância da internet pra cena independente de hoje?
14Beats: A internet tem total importância hoje em dia pra divulgar seus trampos, suas músicas, suas festas, fazer contatos. Desse mesmo público crescente, metade vem da internet, já que qualquer um pode ouvir seu Myspace ou ver um vídeo no Youtube. Isso não tem preço. Participe da comunidade do 14 beats no orkut
O documentário “DIRTY MONEY” conta parte da história do skate brasileiro. O filme foi produzido numa parceria entre a Revista CemporcentoSKATE e a produtora Visual Pleasures, com patrocínio cultural da NIKE SB e foi apresentado no dia 22 de abril numa premieré realizada em Los Angeles (EUA). Trata-se de um dos primeiros documentários de skate no Brasil, e um dos primeiros documentários nacionais filmados em Camera Red One, de cinema digital. A Red é a câmera que está causando uma revolução digital no cinema, pela sua qualidade de imagem similar ao do cinema tradicional em película.
No começo dos anos 90 a indústria do skate faliu após o Plano Collor. Motivados pelo amor ao skate e uma atitude “faça você mesmo” alguns amigos, adolescentes na época, se juntaram e lançaram um vídeo caseiro que mudaria as suas vidas para sempre. A fita se chamava “Dirty Money”. O vídeo foi um sucesso instantâneo, rodou o país, e inspirou milhares de jovens que compartilhavam o mesmo sonho, se tornando a pedra fundamental para a reconstrução do skate como esporte e estilo de vida no Brasil. Formavam aquele grupo de amigos, nomes com Fábio Cristiano, Alexandre Vianna, Márcio Tarobinha, Bob Burnquist, entre outros.
"O Filme fala de contracultura, sobre lutar por seus ideais e pelo que você ama. Em uma época em que tudo parecia perdido, alguns amigos se uniram e decidiram transformar a realidade", afirma Ricardo Koraicho, um dos diretores do filme.
Agora, o documentário “Dirty Money”, resgata a crise vivida no início dos anos 90, e a energia daquela nova geração para vencer as dificuldades. Mais do que um filme sobre o skate, trata-se de uma história de amizade e superação. Dirigido por Alexandre Vianna e Ricardo Koraicho, “Dirty Money” tem trilha sonora original da banda paulistana, TwinPine(s), além de faixas de ParteUm, Macaco Bong, Improvisado Trio, Guizado, Lelêginz e Snooze – todos artistas brasileiros.
"O Dirty Money é um documentário sobre a geração da década de 90 no Brasil que sonhava em seguir uma vida através do skate, em uma época de crise. É mais uma história de vida, do que uma história sobre skate", conta Alexandre Vianna, um dos diretores do filme.
“A NIKE SB se identificou muito com a historia do skate brasileiro contada no documentário “DIRTY MONEY”. O patrocínio cultural do filme se deu para que o maior número de pessoas pudessem ter acesso a esse material nas telas de cinemas, iPod's, computadores, celulares e as mais variadas formas de comunicação, explica Alê Reis, gerente da categoria Action Sports da NIKE.
Baixe o filme no site oficial www.dirtymoney.com.br/
No começo dos anos 90 a indústria do skate faliu após o Plano Collor. Motivados pelo amor ao skate e uma atitude “faça você mesmo” alguns amigos, adolescentes na época, se juntaram e lançaram um vídeo caseiro que mudaria as suas vidas para sempre. A fita se chamava “Dirty Money”. O vídeo foi um sucesso instantâneo, rodou o país, e inspirou milhares de jovens que compartilhavam o mesmo sonho, se tornando a pedra fundamental para a reconstrução do skate como esporte e estilo de vida no Brasil. Formavam aquele grupo de amigos, nomes com Fábio Cristiano, Alexandre Vianna, Márcio Tarobinha, Bob Burnquist, entre outros.
"O Filme fala de contracultura, sobre lutar por seus ideais e pelo que você ama. Em uma época em que tudo parecia perdido, alguns amigos se uniram e decidiram transformar a realidade", afirma Ricardo Koraicho, um dos diretores do filme.
Agora, o documentário “Dirty Money”, resgata a crise vivida no início dos anos 90, e a energia daquela nova geração para vencer as dificuldades. Mais do que um filme sobre o skate, trata-se de uma história de amizade e superação. Dirigido por Alexandre Vianna e Ricardo Koraicho, “Dirty Money” tem trilha sonora original da banda paulistana, TwinPine(s), além de faixas de ParteUm, Macaco Bong, Improvisado Trio, Guizado, Lelêginz e Snooze – todos artistas brasileiros.
"O Dirty Money é um documentário sobre a geração da década de 90 no Brasil que sonhava em seguir uma vida através do skate, em uma época de crise. É mais uma história de vida, do que uma história sobre skate", conta Alexandre Vianna, um dos diretores do filme.
“A NIKE SB se identificou muito com a historia do skate brasileiro contada no documentário “DIRTY MONEY”. O patrocínio cultural do filme se deu para que o maior número de pessoas pudessem ter acesso a esse material nas telas de cinemas, iPod's, computadores, celulares e as mais variadas formas de comunicação, explica Alê Reis, gerente da categoria Action Sports da NIKE.
Baixe o filme no site oficial www.dirtymoney.com.br/
A “competição” Converse MY Square reuniu diversos skatistas, videomakers e fotógrafos para um único objetivo: gravar um vídeo de skate dentro de uma praça.
A idéia revolucionária do MY Square partiu do Converse Skateboard Square, que aconteceu em 2008. Aquela era uma “competição” que contava com 15 convidados (entre skatistas, videomarkers e fotógrafos), que passaram três dias andando de skate em uma praça da cidade do interior de São Paulo, Lençóis Paulistas. O resultado desta “brincadeira” pode ser conferido no DVD “Converse Skateboard Square” lançado em março de 2009 pela Revista CemporcentoSKATE em conjunto com a marca.
Em 2010, o Converse Square voltou, mas com um formato diferente. No sul do Brasil foram escolhidos três lugares: Porto Alegre(RS),Tubarão(SC) e Curitiba(PR). Na cidade Zero Grau o local escolhido foi a Praça 29 de março, lugar em que muitos skatistas de nossa cidade com certeza já se divertiram bastante.
Ao todo foram feitos 42 vídeos e claro que Curitiba se destacou na competição. Aqui no portal vamos conferir alguns curitibanos que competiram no evento.
O destaque vai para José Martins que se superou e faturou a competição tirando primeiro lugar.
Parabéns ao Marcos Maciel que tirou 3º lugar na competição.
O prêmio de melhor captação e edição de vídeo também ficou em mãos curitibanas. O videomaker Thomas Losada levou o prêmio pelo vídeo de Alex Carolino.
Outros Curitibanos participaram da competição entre eles Nutrix da BanxBrasil, que correu ao som de Cabes no beats.
Daniel Mordzin disputou ao som do mc Nel Sentimentum como trilha sonora do vídeo.
Já Filipe Ortiz resolveu mostrar o seu lado oposto no vídeo.
Diego Fiorese também marcou presença na disputa.
Daniel Marques junto com o videomaker Fabiano Martins Pereira deixou bem claro qual seria sua "mensagem".
Heverton de Freitas foi outro que não quis ficar para traz e se jogou na competição.
Com mais de 500 ingressos vendidos antecipadamente, a festa Cerimônia de Mestres ja era certeza de um grande espetáculo. O evento que marcou o lançamento da produtora Trinca Rua reuniu no palco três estados diferentes: Paraná, Rio de janeiro e São Paulo.
Com dois meses de produção a festa foi prestigiada por mais de 1000 pessoas. A noite que teve como atração principal o mc carioca Shawlin, começou sendo discotecada pelos djs Big Edy e William do Contra Fluxo.
Logo em seguida a apresentação do grupo São Nunca deixou o público chapado na laura por mais rap nacional. Em seguida o show do paulistano Tuchê que veio "pra botar fogo no bagulho" reservava
uma surpresa. A aparição repentina do rapper Criolo Doido levou a platéia a loucura ao cantar Vasilhame e Chuva ácida.
Cabes sobe ao palco para a penúltima apresentação da noite. O curitibano arrancou barulho da galera ao intepretar seu novo single "Copos pra cima" destaque para a convidada Janine que emprestou sua voz para "Nossa jornada" e fez participação na nova música de Cabes "+Q1sonho".
Tudo pronto, heis que é chegado o tão esperado momento, depois de 2 anos de espera Shawlin está de volta. Com um pouco mais de uma hora de show Shaw levantou a platéia com as classicas "Divida de gratidão" Aliança 2006 " e "Afirmação de vida".
Na hora de cantar "Neblina" Shaw pede ajuda da platéia, uma menina sobe pra cantar junto e com a música na ponta da lingua a fã fez as dobra de Shawlin até o final do som
Com dois meses de produção a festa foi prestigiada por mais de 1000 pessoas. A noite que teve como atração principal o mc carioca Shawlin, começou sendo discotecada pelos djs Big Edy e William do Contra Fluxo.
Logo em seguida a apresentação do grupo São Nunca deixou o público chapado na laura por mais rap nacional. Em seguida o show do paulistano Tuchê que veio "pra botar fogo no bagulho" reservava
uma surpresa. A aparição repentina do rapper Criolo Doido levou a platéia a loucura ao cantar Vasilhame e Chuva ácida.
Cabes sobe ao palco para a penúltima apresentação da noite. O curitibano arrancou barulho da galera ao intepretar seu novo single "Copos pra cima" destaque para a convidada Janine que emprestou sua voz para "Nossa jornada" e fez participação na nova música de Cabes "+Q1sonho".
Tudo pronto, heis que é chegado o tão esperado momento, depois de 2 anos de espera Shawlin está de volta. Com um pouco mais de uma hora de show Shaw levantou a platéia com as classicas "Divida de gratidão" Aliança 2006 " e "Afirmação de vida".
Na hora de cantar "Neblina" Shaw pede ajuda da platéia, uma menina sobe pra cantar junto e com a música na ponta da lingua a fã fez as dobra de Shawlin até o final do som
Numa noite com chuva e frio péssima para sair, Curitiba mostrou mais uma vez que quando de trata de ouvir um bom rap todo esforço é valido. O Show do E.M.I.C.I.D.A em cwb reuniu mais de mil pessoas. O evento que teve a presença do mc Bigue mostrando qual será seu próximo single "Lei da Vida", foi marcado também pelo lançamento da single "O lado verde da força" do grupo São Nunca
Com muita positividade os mc's da UpGroundBeats esquentaram a platéia pro próximo show, que seria Rael da rima. Com sua levada única Rael arrancou palmas do publico que se preparava cada vez mais para a atração principal da noite. Ao ser anunciado o publico responde de imediato com refrão da música E.M.I.C.I.D.A.
Além de muita energia o show teve a participação especial de Rael da rima nos refrões.
Triunfo marcou o sucesso da festa, com interação do publico e agradecimementos de Emicida a CWB
Com muita positividade os mc's da UpGroundBeats esquentaram a platéia pro próximo show, que seria Rael da rima. Com sua levada única Rael arrancou palmas do publico que se preparava cada vez mais para a atração principal da noite. Ao ser anunciado o publico responde de imediato com refrão da música E.M.I.C.I.D.A.
Além de muita energia o show teve a participação especial de Rael da rima nos refrões.
Triunfo marcou o sucesso da festa, com interação do publico e agradecimementos de Emicida a CWB
O hip hop cresceu muito no Brasil nos últimos anos, a cidade Holograma não diferente, acompanhou e ajudou a contribuir com esta elevação.
Até aí nada de fato inusitado para os adeptos, no Brasil inteiro, quando cita a cidade de Curitiba nas famosas rodas de conversa.
A cidade possui excelentes beatmakers que já estão elevando o nome da cidade para outros países. Os Cantores de rap famosos da cena mundial como: Valete, Little Brothers, Emilio Rojas já possuem beats dos curitibanos em seus álbuns.
Não são só os beat markers que estão alcançando um lugar ao sol, os MC já conseguem expandir suas músicas muito além da divulgação das redes sócias da internet. Porque divulgar o som é uma coisa, agora conseguir fazer shows em outras cidades para um público que goste de suas músicas é outra história, ainda mais conseguir vender CDs em outras cidades.
Não posso esquecer de citar os b.boys, talvez os que mais levam o nome da cidade para outros continentes. Em 2009, foi muito rentável para os dançarinos de rua, além de faturarem os melhores prêmios do Brasil, A capital foi representadas pelos dançarinos da Stil Contact Break na Suíça e na Colômbia, no Campeonato da LG em SP os curitibanos levaram além do troféu a oportunidade de ir viajar com tudo pago para a Bogotá, ficando em terceiro lugar na competição.
A agora saindo um pouco da música e dança não posso esquecer de citar o Graffiti, a arte que sofreu muita repressão pela da cidade, com movimentos anti graffiti, os quais apagavam os grafittis dos artistas sem nenhuma preocupação com a arte dos escritores. Antes este segmento você só podia encontrar nas ruas, dividindo espaços com a cidade. Hoje dividi espaço em Museus e galeria de Arte, artistas conseguem prestígios de diferentes admiradores das artes plásticas e curiosos, antes marginalizados, agora reconhecidos por diversos setores da sociedade. O escritor de graffiti e artista de artes Dose que o diga, com seu dom de desenhar, criar e inovar abocanhou um concurso de artes no famoso clube Graciosa Country Club e conseguiu uma passagem para conhecer Londres. Porém a viagem para Londres não foi uma maravilha, não conseguindo provar vínculo empregatício, o artista foi deportado e demorou dois dias para retornar ao Brasil.Ninguém do concurso se pronunciou sobre o caso.
E aí que começa o sentindo do texto, o hip hop cresceu, se desenvolveu e amadureceu, conseguiu espaço que tanto lutou, um pouco de reconhecimento. Me responda uma pergunta o que ganhamos com tudo isso??
Antes alguns adeptos ficavam batendo nas teclas, protesto, protesto, contra o sistema, contra o sistema, racismo, racismo, machismo, machismo.Chegava a ser chato o discurso dos militantes da época, porque as frases eram as mesmas.
Mas após todo o boom que aconteceu com a cultura hip hop, hoje em Curitiba não vemos mais os militantes, parece que estão em extinção ou foram extintos.
Minha segunda pergunta, sem resposta. O Brasil está tão bem assim que não enxergamos mais o que está errado? Tudo está uma maravilha, não precisamos nos preocupar com as questões simples de grande utilidade para nosso dia-a-dia. A saúde está muito boa, excelentes postos de saúde, atendimento de primeiro mundo. A educação a cada dia está boa, pois vemos todos dias a inauguração de boas salas de aulas, professores motivados, pelo grande salário que recebe. Alunos que vão para escola, não pensam na refeição e sim na aprendizagem.
Só para relembrar que em 2014 o maior evento de futebol será no Brasil, e as Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016. Até duvido que as questões básicas da população irão melhorar. Agora tenho certeza que alguns políticos irão ficar cada vez mais ricos com estes dois eventos acontecendo aqui no Brasil.
Enquanto alguns do rap ficam apenas querendo fazer o seu som, que não diz nada com nada. Não vejo os mcs ganhando dinheiro, vendendo cds pacas, fazendo shows por todo o Brasil, conseguindo construir um mercado para própria cultura. Que muitos insistem em falar que amam, até hoje não avançamos em questões importante para a caminhada da cultura hip hop. Chegou á hora de acorda pra vida e pro hip hop, já estamos em 2010, ano de eleições, se não acorda os políticos corruptos estarão lá. E mudança para a população ficará cada vez distante. Só pensar que entra ano e sai ano as mesmas famílias estão conseguindo de volta ficar mamando na teta e ficam cada vez mais ricos e o povão cada vez mais pobre.
Os adeptos de Curitiba parecem que dormiu junto nestes últimos anos. Enquanto muitos estão preocupados em se divertir, aqui acontece às mesmas cenas políticas na cidade, Caixa 2 do Beto Richa, Fantasmas faturando uma bola na Assembléia. Skin Heads atacando na cidade. E o pessoal do hip hop não fala mais nada, não cobra, não se revolta , não que seja a obrigação do hip hop cobrar, aparecer e reivindicar, mais se não o hip hop quem irá cobrar? A Imprensa manipuladora, o movimento de oposição? É melhor acordar para a mudança aparecer.
Show do Mentekpta no Dia dos Trabalhadores de frente para o palacio
cantando ao vivo Jogue Fora/Planeta Diário/Pantufas
cantando ao vivo Jogue Fora/Planeta Diário/Pantufas













